segunda-feira, 8 de maio de 2017

26/6 - 13h - Segundo encontro do Nami/Uniso tem palestra sobre a relação entre a comunicação e o afeto




"Por trás da experiência comunicativa, tal qual por trás da experiência religiosa de comunhão, está então o anseio a uma certa fusão psíquica, da qual não se sai exatamente igual se entrou.

Malena Contrera, Do lado de fora do jardim encantadop. 3-4


No segundo encontro de 2017, a ser realizado em 26 de junho de 2017 a partir das 13h, a professora doutora Malena Contrera (PPGCOM Unip) abordará a relação entre Comunicação e afeto.

Após a apresentação se seguirá debate e lanche.

Os encontros são abertos à comunidade interna e externa, sendo também certificados, valendo créditos para os mestrandos e graduandos da Uniso e de outras instituições.

Serviço

Quando: 26/6/2017, segunda-feira
Horário: das 13h às 16h
Onde: Auditório da Biblioteca
Universidade de Sorocaba
Rodovia Raposo Tavares, km. 92.5
Cidade Universitária, Sorocaba, SP

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Comunicação e afeto: relato sobre o primeiro encontro de 2017 do Nami



SOROCABA - Comunicação e Afeto. Com este tema – sob a perspectiva da importância da observação para criação da afetividade e resiliência –, o Grupo de Pesquisa em Narrativas Midiáticas (NAMI) da Universidade de Sorocaba (UNISO) realizou, no último dia 24 de abril, seu primeiro encontro de 2017.

O evento, que aconteceu nas dependências do campus da Cidade Universitária Professor Aldo Vannucchi, foi marcado pela coordenação das professoras doutoras Monica Martinez e Tarcyane Cajueiro Santos. Na ocasião, elas abordaram o tema central a partir do olhar do etólogo francês Boris Cyrulnik, por meio dos livros Os alimentos do afeto (1995) e Autobiografia de um espantalho - histórias de resiliência: o retorno à vida (2009).

Boris Cyrulnik é neuropsiquiatra, psicólogo, psicanalista e etologista – um dos pioneiros em etologia clínica humana na França. Já trabalhou com observação de comportamento animal, o que por extensão o levou à observação do comportamento humano, norteando, posteriormente, seus estudos sobre problemas relacionais.


O autor por trás das obras

“O prazer de a pessoa se tornar ela mesma, de saber quem é, de onde vem, como gosta de viver, passa pelo vínculo que ela estabelece com os outros”, Boris Cyrulnik em Os alimentos do afeto.

Essa jornada pelo comportamento e relações humanas foi pautada por sua história de vida, marcada por traumatizantes acontecimentos familiares que lhe perturbaram a infância. De origem judia, seus pais e a irmã foram deportados para um campo de concentração na Alemanha/Polônia, durante a 2ª Guerra Mundial (1939/1945), onde morreram.

Ele, por sua vez, foi salvo pela mãe ao ser arremessado do trem, em movimento, que seguia para o campo. Por sorte ou destino, encontrou com pessoas que o acolheram e educaram-no como um filho. Foi a partir deste encontro que o menino Boris pode elaborar os traumas sofridos, o princípio da resiliência.

Comunicação e afeto

“Os olhos não servem apenas para ver. Servem também para os olhares se cruzarem e trocarmos nossos afetos”, Boris Cyrulnik, em Os alimentos do afeto.

Para Cyrulnik, estudar a afetividade sob o olhar da força biológica sensorial e da comunicação material é uma alternativa para compreender a união dos seres humanos e sua estrutura de coexistência.

O homem é um fabricante de signos e o comportamento humano está intimamente ligado à afetividade e à resiliência. Segundo o etólogo, habitamos um mundo interpretado por outros, onde precisamos nos situar. O mundo inter-humano é um mundo onde nossos sentidos ganham sentido e nossa sensorialidade se impregna de história. “Ela governa tanto nossas emoções quanto nossas percepções”, explica.

Em seu livro Os alimentos do afeto, Boris também exemplifica a ideia com uma passagem de um mestre da música sobre sua relação de comunicação e afeto, onde diz “não amo os homens o bastante para amar a linguagem”, daí a afirmação “antes de falar é preciso amar”.

Segundo o autor, a importância dos sentimentos reflete na forma como aprendemos, referenciamos o mundo e nos comunicamos, pois “o caminho do homem no aprendizado de uma língua, não precisa somente assimilar o sons, as regras e as palavras; precisa adquirir também a maneira de traduzir seus sentimentos nessa língua”.

No universo tudo é codificado, explica. Para ele, nossos sentidos sempre participam da apresentação do mundo percebido em signos, mesmo antes dos sons que permitem a fala, tamanha é a importância em gerenciar esses sentimentos e sentidos humanos para conseguir ir ao encontro do outro.

A observação também é um tema enfatizado pelo psiquiatra, pois é por meio dela que adquirimos o saber. Mas, no entanto, observamos somente aquilo que conseguimos perceber. Em pesquisas científicas é bastante comum utilizar técnicas de observação, que segundo o autor fazem-se necessárias justamente porque nossos sentidos nos enganam. A “penetração do observador depende também da maneira como sua faculdade de observação se elaborou ao longo de seu próprio desenvolvimento”, diz.

Sob esse ponto de vista, a discussão foi a de que a observação nunca é neutra, ela envolve a percepção que por sua vez envolve os sentidos, a psique e todo o sistema.

A importância da resiliência

"O sofrimento é provavelmente o mesmo em todo ser humano traumatizado, mas a expressão de seu tormento, o remanejamento emocional do que o destruiu depende dos tutores de resiliência que a cultura dispõe em torno do ferido. O convite à fala ou a obrigação do silêncio, o suporte afetivo ou o desprezo, a ajuda social ou o abandono carregam uma mesma ferida de um significado segundo o modo como as culturas estruturam seus relatos, fazendo um mesmo acontecimento passar da vergonha para o orgulho, da sombra para a luz", Boris Cyrulnik, em Autobiografia de um espantalho.

Para finalizar o encontro, a reflexão se estendeu em torno da narrativa, de acordo com os estudos de Boris, de que o ser humano pode contar a história de formas diferentes, todas verdadeiras, mas com variações sutis de acordo com as múltiplas variantes possíveis, como os repertórios individuais. Com a reflexão apoiada no livro Autobiografia de um espantalho, a discussão pontuou a necessidade da resiliência para a construção de um mundo evolutivo, melhor e mais humano.

O conhecimento de que as histórias constroem e destroem, de que há poder nas palavras e na forma como contamos as jornadas e os fatos, esbarra no poder e na necessidade de resiliência. A importância de sobreviver, mas de forma plena, diante das intempéries da vida assinala a qualidade dessa vivência.

Cida Montesino

segunda-feira, 10 de abril de 2017

24/4/2017- 14h - Primeiro encontro do Nami debate obras do etólogo francês Boris Cyrulnik sobre comunicação e afeto


"O prazer de a pessoa se tornar ela mesma, de saber quem é, de onde vem, como gosta de viver, passa pelo vínculo que ela estabelece com os outros" 
Boris Cyrulnik, Os alimentos do afeto, p. 96


No primeiro encontro de 2017, as professoras doutoras Tarcyane Cajueiro Santos e Monica Martinez abordarão respectivamente os livros Os alimentos do afeto e Autobiografia de um espantalho: histórias de resiliência, do etólogo francês Boris Cyrulnik. 

Após a apresentação se seguirá debate e lanche.

Os encontros são abertos à comunidade interna e externa, sendo também certificados, valendo créditos para os mestrandos e graduandos da Uniso e de outras instituições.

Serviço

Quando: 24/4/2017, segunda-feira
Horário: das 14h às 17h
Onde: Auditório da Biblioteca
Universidade de Sorocaba
Rodovia Raposo Tavares, km. 92.5
Cidade Universitária, Sorocaba, SP

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Programação de 2017


Em nome dos pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Narrativas Midiáticas (NAMI/Uniso/CNPq) gostaríamos de desejar boas festas e um feliz 2017 a todos!

Aproveitamos para compartilhar as datas de nossas reuniões em 2017:

1) 24/4 (segunda, das 14h às 16h) - discussão sobre o tema norteador do semestre, “A comunicação e os afetos”, a partir da obra de Boris Cyrulnik. O encontro contará com o lançamento da chamada do livro anual do GP (realização 2017- lançamento 2018);

2) 26/6 (segunda, das 13h às 16h) - evento aberto, que contará como convidado especial a professora doutora Malena Contrera (PPGCOM Unip);

3) 25/9 (segunda, das 14h às 17h) - apresentação das pesquisas dos participantes (pesquisadores e alunos), a ser realizada durante o Epecom (Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Cultuar da Uniso); com o lançamento do livro anual do GP (2017);

4) 27/11 (segunda, das 14h às 16h) - discussão sobre o tema norteador do semestre, “A comunicação e os afetos”, a partir da obra de Muniz Sodré, com cerimônia de encerramento das atividades do semestre.


Com um abraço,

Professoras doutoras Miriam Cristina Carlos Silva, Monica Martinez e Tarcyanie Cajueiro Santos
Programa de Comunicação e Cultura da Universidade de Sorocaba

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O Nome da Rosa e ciência: relato sobre o encontro de novembro de 2016 do Nami



SOROCABA – O quarto e último encontro de 2016 do Grupo de Pesquisa em Narrativas Midiáticas (NAMI) da Universidade de Sorocaba (Uniso) aconteceu em 29 de novembro na Cidade Universitária Aldo Vanucci, tendo sido marcado por debates sobre a relação entre ciência e cinema.
 Dando continuidade à problematização da obra de Umberto Eco (1932-2016) no campo da Comunicação, a exibição da adaptação cinematográfica de O Nome da Rosa foi o ponto de partida para o diálogo dos pesquisadores.
Em uma analogia com o fazer científico, o filme motivou a reflexão sobre o importante papel dos investigadores como agentes sociais de transformação. Dada a natureza estética da obra, a fotografia de O Nome da Rosa foi citada como alegoria para a passagem da Idade Média à Idade Moderna, momento no qual o conhecimento científico se reconfigura intensamente e em que o homem altera a percepção sobre si e sobre o universo.
Já o papel atribuído à mulher na escrita da história foi citado como marca narrativa da constante modificação da sociedade. Oscilando entre a alegada presença demoníaca conferida ao feminino pela Inquisição e à idealização de uma figura angelical e distante da realidade medieval, os pesquisadores debateram o impacto do engajamento dos estudos realizados para contestação de certos determinismos que marcam contextos sócio, político e culturais distintos.

O Nome da Rosa
Em cerca de duas horas, acompanhamos os franciscanos Guilherme de Baskeville e Adson, seu discípulo, na investigação das misteriosas mortes que assombram os frades de abadia beneditina italiana no século XIV. A resposta prévia para o problema está posta: trata-se da presença do demônio. Mas será? Guilherme, entretanto, não se deixa cegar pela superfície do que, naquele momento, parecia óbvio, e insiste em um enigma que lhe remete aos dilemas da própria existência enquanto homem de fé.
Entre as paredes da abadia e os planos abertos majestosos do diretor Jean-Jacques Annaud, as suposições de Adson vão dando espaço à observação sistemática de Guilherme. Nesse ponto reside, aliás, outra aproximação possível entre o papel do pesquisador e do orientador em uma relação que, tanto quanto no longa, precisa dar margem ao aprendizado mútuo. Se falta experiência ao jovem pupilo, sobra-lhe entusiasmo e energia vital. Do tutor, a sabedoria e a percepção apurada dos fatos que se desenrolam transformam o espectador um cúmplice na busca pela revelação de segredos guardados por séculos.
Sem querer estragar as surpresas, e especialmente por datar do fim da década de 1980, o filme certamente merece ser (re)visto e funciona como elo para problematização da prática acadêmica por meio do cinema. Da máxima ora et labora (reza e trabalha) ao final da narrativa, o riso contido dos protagonistas em comunhão remete à experimentação dos métodos e técnicas com os quais o pesquisador se paramenta para conhecer o mundo.

FICHA TÉCNICA
Título Original: Le Nom de la Rose
Gênero: Suspense
Direção: Jean-Jacques Annaud
Elenco: Christian Slater, Elya Baskin, F.Murray Abraham, Feodor Chaliapin, Michel Lonsdale, Ron Perlman, Sean Connery, William Hickey
Duração: 118 min.
Ano: 1986
País: Alemanha / França / Itália

Texto e foto: Diogo Azoubel

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

28/11 - 13h - Exibição de O Nome da Rosa, baseado na obra de Umberto Eco



Neste último encontro de 2016, assistiremos ao filme "O Nome da Rosa" para debater, ao final da exibição, a relação entre a obra literária do semioticista italiano Umberto Eco (1932-2016) e a produção fílmica dela derivada.

Os encontros são abertos à comunidade interna e externa, sendo também certificados, valendo créditos para os mestrandos e graduandos da Uniso e de outras instituições. 

Serviço

Quando: 28/11, segunda-feira
Horário: das 13h às 17h
Onde: Auditório Central
Rodovia Raposo Tavares, km. 92.5
Cidade Universitária, Sorocaba, SP


Mais Informações: (015) 2101-7104 (de segunda à sexta-feira, em horário comercial) ou pelo email daniela.rosa@uniso.br.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

18/10/2016 - Relato da defesa de mestrado de Tadeu Rodrigues Iuama


Tadeu Rodrigues Iuama, pesquisador do Nami, no momento de sua defesa de mestrado

No dia 18 de outubro de 2016, às 10h, no Anfiteatro da Biblioteca da Universidade de Sorocaba (Uniso), campus Cidade Universitária, o até então mestrando Tadeu Rodrigues Iuama estava incumbido de passar pelo grande teste final de qualquer jornada acadêmica, defender publicamente sua dissertação. Aluno do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura, o título de sua pesquisa foi: "Processos Comunicacionais nos jogos narrativos: a relação entre o roleplay e as histórias de vida dos players".

Em sua banca examinadora estavam o Prof. Dr. Jorge Miklos (PPGCom Unip) e a Prof Dr Mirian Cristina Carlos Silva (PPGCC Uniso) e a sua orientadora, Prof Dr Monica Martinez (PPGCC Uniso), presidente do evento.

Com o anfiteatro cheio a plateia aguardava o início com entusiasmo, saboreando biscoitos confeccionados pelo próprio Tadeu.

Com a chegada dos professores, logo o rito de passagem se iniciou. Feitas as devidas apresentações, era perceptível o cuidado, atenção e carinho que os avaliadores despenderam para com o futuro mestre e seu projeto de pesquisa. Todos possuíam inúmeras páginas com anotações, o que suscitou a possibilidade de inúmeros questionamentos finais.

Tadeu fez sua apresentação dentro do tempo estabelecido de forma clara e objetiva. Explicou sobre seu objeto de estudo LARP, destacou alguns dos autores utilizados, de que forma realizou as entrevistas, quem foram os entrevistados e os resultados obtidos com todos os processos que envolveram seu projeto de pesquisa.

 O primeiro a realizar a arguição foi o Prof. Dr. Jorge Miklos. Não houve perguntas, mas sim palavras de um apaixonado estudioso pela pesquisa do outro. O professor elogiou a coragem do Tadeu por não ter medo de admitir em sua dissertação que o tema escolhido não era um mero objeto, mas sim, um pedaço que constitui o próprio Tadeu e que essa coragem deveria servir de exemplo para outros pesquisadores, principalmente para aqueles presentes.

Durante sua elucidação, o Prof. Miklos expôs que o assunto pesquisado era apaixonante e que a paixão do jovem pesquisador contagiava. Foram belas as palavras do professor que fez afirmações como: “Não somos objetos e sim projetos” ou “Uma pesquisa também é uma forma de vínculo”. O professor convidado apontou para a exaustiva imersão feita pelo mestrando, pela quantidade de autores pesquisados e pela nítida dedicação empreendida. Afirmou ainda, que o projeto apresentado era “Uma dissertação com cara de tese” e pediu para que o aluno permanecesse no mundo das pesquisas, já que “Fazer ciência é não desistir do ser humano”.

Como não houve questionamentos, a palavra foi passada para a Prof Dr Mirian Cristina Carlos Silva, que articulou sua fala sobre o papel desempenhado pelo aluno durante todo o percurso do curso. Enalteceu o quanto dedicado e competente é o jovem pesquisador, mas também quanto o ser humano Tadeu merecia todas as menções pela sua dedicação, ética e respeito para com seus colegas e professores.  Lendo um trecho do trabalho, disse que ficou com “inveja” do aluno: “Eu gostaria de ter escrito isso”, brincou. Afirmou que entre ele e os outros pesquisadores havia nascido um vínculo e que esse não se romperia facilmente.

As palavras finais ficaram por conta da Prof Dr Monica Martinez, orientadora do aluno. Além dos elogios pela dedicação à pesquisa, a figura comprometida de seu orientando veio à tona. A professora afirmou que o Tadeu foi um aluno exemplar e raro, e que é apaixonante poder receber jovens pesquisadores interessados com objetos de estudos tão diversificados: “Então chega um aluno novo falando de um tal de LARP e você se pergunta, mas o que é isso? Vai até o Google e não entende direito se é um jogo eletrônico ou não... E aí você se lembra do  teórico francês Roland Barthes, em sua aula inaugural, que dizia que pesquisa era justamente isso: ensinar o que não se sabe, não ter medo de aprender junto”, disse.  A professora apontou para o envolvimento interdisciplinar, multidisciplinar de seu orientando e de como foi enriquecedor  todo o processo discorrido. E o incentivou a permanecer no campo acadêmico, já que o aluno se mostrou um brilhante pesquisador.

No momento dos agradecimentos feitos pelo Tadeu ficou claro quem eram as pessoas que ali estavam presentes. Não eram meros expectadores ou uma plateia qualquer, de alguma maneira todas aquelas pessoas estavam vinculadas a sua pesquisa e a sua pessoa, eram os entrevistados, professores e colegas do curso da pós-graduação, professores e colegas de outros cursos, amigos e família. Houve uma comoção generalizada, de alegria e orgulho.

Os professores se retiram alguns minutos da sala para deferirem se Tadeu Rodrigues Iuama seria aprovado ou não.

Os examinadores da banca retornaram e, a pedido da Prof Dr Monica Martinez, todos da audiência, como na banca avaliadora, ficaram em pé, ao que ela explicou que assim haviam aprendido e que essa era a tradição, já que aquele era um momento solene.

O resultado da arguição da pesquisa do Tadeu sobre "Processos Comunicacionais nos jogos narrativos: a relação entre o roleplay e as histórias de vida dos players" foi lida por sua orientadora, que o deferiu aprovado com louvor.

Em 18 de outubro de 2016, um dia primaveril, com pesquisa, biscoitos, café e vínculos, Tadeu Rodrigues Iuama se tornou o mais recente mestre formado pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Uniso. Com todo e merecido louvor!

Por
Vanessa Heidemann